Primeiro: Vocês conseguem encaixar os Foo Fighters em algum tipo de sub-gênero? Acho que não dá. É apenas o rock ‘n’ roll na sua mais perfeita e pura essência. 

Segundo: Como é MARAVILHOSO poder gostar do que está no nosso tempo – na nossa geração. Como é bom poder assistir a shows (não há nada melhor do que ver aquela pessoa cantando e tocando ali, na sua frente), acompanhar lançamentos dos álbuns e a evolução do artista que a gente gosta!

 Eu sempre admirei muito os Foo Fighters. De um grande mestre baterista, David Grohl, o gênio, passou a ser um bom vocalista – caracterizado pelos seus gritos na vibe “como se não houvesse o amanhã”, e sem se importar com os tons e afinação de sua voz  – e guitarrista. 

Depois de uma pausa de 4 anos, eles finalmente se juntaram  para realizar um dos seus melhores álbuns. E aviso logo: o CD Wasting Light é uma verdadeira droga que você terá muitas dificuldades em largar o vício de ouvi-lo. 

O álbum foi feito à moda antiga: Grohl levou para sua garagem o melhor da banda, tanto em instrumentos, quanto em sentimentos. E para mim, isso deu uma força e uma energia totalmente especial. Destaque para a faixa Arlandria, que já virou a minha música favorita do ano. Por todo seu dinamismo, pelo seu forte refrão e letra fantástica – representando um desabafo que chega a emocionar. Lindo! <3

 

Empolgante, super divertido, simples e total sem compromisso. É assim que eu defino a banda de Dave Grohl. 

Foo fighters, seus lindos, andem 20 casas. E vem legal, o Brasil te espera!